terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Auto-estima


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome…Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é…Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de… Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é… Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável… Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama… Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é… Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes.
Hoje descobri a… Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é…Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é… Saber viver!!!


(Autor Desconhecido - há quem diga que a Autoria é de Charles Chaplin)

Dia dado a reflexão sobre o tempo


Talvez por ter visto um belo filme hoje, me vejo inspirada nas questões que tocam a idéia de tempo.
O filme chamado "O curioso caso de Benjamim Button" mexeu profundamente com minha sensíbilidade e por suas sutilezas ao tratar do tempo nas nossas vidas, manifesto através da velhice.
É interessante pensar nisso, pois embora uma fase não desejada por muitos, muitos de nós passaremos por ela, salvo se alguma tragédia impedir. Enfim, é o ritimo natural da vida, caminhamos gradativamente para isso. Porém, no filme, esse ritimo não é mostrado do modo convencional, já que esse processo se mostra inversamente. Benjamim é uma criança diferente das outras, que sofre desde o nascimento por sua aparência, já que ele nasce parecendo um idoso e ao longo da vida vai rejuvenescendo. É muito interessante a inversão de pensamento e corpo. Aconselho a todos assistirem. É um convite a refletir sobre o objeto de estudo de diversos filosofos: o tempo. E além do mais, é um convite a ver com outros olhos uma fase tão importante da vida, que é a maturidade, uma fase que deve ser valorizada e reconhecida pela precisosa sabedoria que cada ser humano adiquiri com o decorrer da vida!

Um grande abraço,

Janusa S.

Incansável Tempo


O Tempo:

Palavra coberta de mistérios que nos conduz a reflexões profundas.
Tem a capacidade de produzir efeitos, evitar males, causar reações diversas.
Pode ser o remédio, pode ser a cura, o castigo.
Pode ser a libertação, pode ser a vida, a morte.
Ele se perde em tantas possibilidades...tantas manifestações.

Ele flui e influi em tudo e em todos.

Ele pode nos dar o que desejamos e levar o que amamos.

Ele é fator determinante.
É o Guardião dos portões da existência,
pronto para abrir ou fechar para quem entra ou para quem sai de cena.

É a musica na dança da vida.


Janusa S.




quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Feliz Ano Novo!!!


Desejo a você...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas
De alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel...
E muito carinho meu.

Poema de Carlos Drummond de Andrade