
Tem dias que nada no mundo nos completa. Não basta ir ao trabalho, estudar, assistir a um filme, ouvir uma música, correr no parque, porque naquele dia lhe falta algo e não haverá nada que suprirá essa ausência. Algo que talvez que você nem saiba o quê é, ou alguém que até pode saber quem é, mas nada parece mudar esse sentimento.
Há quem sinta a falta de um sorriso apenas, um abraço ou um gesto afetuoso qualquer.
Há quem sinta falta de um momento, um minuto em que foi feliz, ou até de uma vida inteira.
Há quem sinta falta de si mesmo, de familiares, de amigos, de um amor.
E assim continua, a vida vai seguindo em seu ritimo frenético, nos conduzindo todos os dias a pressa e ao esquecimento. Porém, essa falta não é suprida, essa saudade de não sei o quê, fica contida, até que um dia a "ficha cai" e o sentimento que até então era silencioso, passa a provocar um estrondoso ruído lá no fundo do peito. É como se o coração gritasse com você, pedindo um pouco de atenção e cuidado - é a saudade.
Então, perplexo ante esse sentimento que o incomoda e faz doer, você buscar respostas. Na verdade, sabe que nem sempre será de fácil resolução, mas ainda assim, disposto a cuidar da ausência sentida, vai se sentar e refletir, talvez comovido ou apenas triste, preso em recordações. Nesse momento descobrirá que embora seja relutante a tal sentimento que lhe faz prostar, saberá que todas as nossas vivências ficarão para sempre guardadas e por mais que tentamos deixá-las para trás, elas sempre estarão muito próximas de nós: em nossas lembranças.
Há quem sinta a falta de um sorriso apenas, um abraço ou um gesto afetuoso qualquer.
Há quem sinta falta de um momento, um minuto em que foi feliz, ou até de uma vida inteira.
Há quem sinta falta de si mesmo, de familiares, de amigos, de um amor.
E assim continua, a vida vai seguindo em seu ritimo frenético, nos conduzindo todos os dias a pressa e ao esquecimento. Porém, essa falta não é suprida, essa saudade de não sei o quê, fica contida, até que um dia a "ficha cai" e o sentimento que até então era silencioso, passa a provocar um estrondoso ruído lá no fundo do peito. É como se o coração gritasse com você, pedindo um pouco de atenção e cuidado - é a saudade.
Então, perplexo ante esse sentimento que o incomoda e faz doer, você buscar respostas. Na verdade, sabe que nem sempre será de fácil resolução, mas ainda assim, disposto a cuidar da ausência sentida, vai se sentar e refletir, talvez comovido ou apenas triste, preso em recordações. Nesse momento descobrirá que embora seja relutante a tal sentimento que lhe faz prostar, saberá que todas as nossas vivências ficarão para sempre guardadas e por mais que tentamos deixá-las para trás, elas sempre estarão muito próximas de nós: em nossas lembranças.
Quando a saudade chegar e reflexão se apossar de seu ser, deixe que o crepúsculo te acolha e a dor da saudade aliviará como a noite que chega, silenciosa trazendo certo brilho aos olhos de quem vê. Assimile a saudade, assimile a vida. Perceba que tudo passa, tudo muda e essa mudanças sempre são maravilhosas, bem como o dia que se vai e se transfoma em noite, a noite que vai e se transforma em dia. E ainda assim o dia e a noite estão lado a lado, o crepúsculo é o que os limitam. Contemplar esse momento permitirá entender que saudade é uma resistência de quem a sente, o que muitas vezes a impede de ver que as mudanças ocorrem naturalmente e podem ter seu lado bom, mas que o que se passou ainda está ali, ainda existe, porém em outra condição.
Portanto lembre-se daquela velha frase:
"Não chores por ter perdido o pôr do sol, pois suas lagrimas lhe impedirão de ver o brilho das estrelas."( Antonie de Saint-Exupéry)
Portanto lembre-se daquela velha frase:
"Não chores por ter perdido o pôr do sol, pois suas lagrimas lhe impedirão de ver o brilho das estrelas."( Antonie de Saint-Exupéry)
Janusa S.
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